31
dez
11

Em 2011 eu…

Comecei a trabalhar no Grupo Independente…
Entrevistei muitas pessoas…
Entrevistei o Duca Leindecker…
Cobri enchentes…
Apresentei programa…
Conheci pessoas maravilhosas…
Levei bolo de entrevistados…
Entrevistei quem pouco falava…
Me virei em mil…
Fiz oito disciplinas da faculdade de Jornalismo…
Participei da Oficina de Jornalismo da Tv Record…
Terminei e voltei com meu namorado…
Fiz amizades…
Comecei a fazer parte do Diretório Acadêmico da Comunicação…
Aprendi a fazer as unhas…
Comecei a usar maquiagem todos os dias…
Me apaixonei por blush…
Me apaixonei por Cartolas…
Fui a casamentos…
Fui na Festa da Ipanema…
Fui ver a banda Pane tocar…
Vendi rifa…
Ganhei prêmio pela terceira melhor fantasia…
Tomei ceva…
Tomei tequila..
Tomei absinto…
Tomei refri…
Tomei água…
Tomei juízo…
Senti sono…
Senti raiva…
Senti amor…
Senti saudade…
Andei de ônibus..
Dirigi o Opala..
Pintei os cabelos várias vezes…
Comprei roupas e sapatos…
Fiz compras pela internet…
Escrevi no meu blog…
Escrevi para o bloog da redação..
Escrevi cartas que não mandei…
Escrevi bilhetes de amor..
Apresentei desfiles…
Engordei…
Emagreci…
Coloquei aparelho nos dentes…
Fiz tratamento hormonal…
Descobri que as pessoas até mudam…
Descobri que a essência permanece…
Participei de Amigo Secreto entre três…
Joguei boliche..
Joguei play…
Joguei Uno…
Joguei conversa fora…
Assisti filmes…
Assisti documentários..
Assisti porcarias na Tv brasileira…
Conheci lugares…
Pesquei…
Comprei presentes..
Ganhei presentes..
Vi injustiças…
Percebi atos de bondade…
Cantei…
Chorei…
Sorri…
Me decepcionei…
Me impressionei…
Me descobri…
Me amei mais…

Fiz tudo isso e muito mais.. E ainda há quem diga que o tempo passa muito rápido. A questão é: como você tem aproveitado o seu tempo? Um ótimo 2012 para todos nós…

17
nov
11

Desabafos…

No auge dos meus 23 anos, estou desistindo das pessoas. É tanta ambição, inveja, ciúme, desdém, ódio, hipocrisia… Dói… Dói tanto que parece que meu coração vai derreter.

Qual é o problema das pessoas? Será que eu sou tão maluca? Por que tem gente que não consegue pensar no bem do próximo? Por que tem gente que mente descaradamente? Por que tem gente que te aperta o pescoço até que o ar em seus pulmões seja insuficiente?

Não… o mundo não é isso. Não pode ser. Pelo menos sempre acreditei que ainda há esperança. Mas, meu caro, está MUITO difícil.

O mundo está carente. Carente de boas ações sem décimas intensões. Carente de pessoas que não queiram o teu rim, por trás de uma máscara ruim. Carente de carinho incondicional e de uma atitude mais passional.

Já dei a outra face quando em uma me bateram. Já perdoei atitudes que considerava imperdoáveis. Já pedi desculpas, reconhecendo meus erros. E mesmo assim, o que vejo não me agrada.

Minhas mãos estão cansadas…

Tento sempre ver tudo com bons olhos e com positividade, mas “não consigo ser alegre o tempo inteiro” e “hoje não dá…”

03
nov
11

O preconceito se manifesta em simples atos

Minhas viagens de ônibus, apesar de sacolejantes e cansativas, rendem pelo menos momentos de reflexão. Em uma delas, depois de me acomodar ao fundo do veículo e visualizá-lo ficando quase lotado, percebi que havia apenas um lugar vago. Ao lado estava ela. Loira, com um vestido azul piscina, cabelos presos, rosto já marcado pela idade, corpo demonstrando alimentação em excesso. Me chamou a atenção seu semblante calmo, olhando através da janela como se buscasse solução aos seus problemas nas árvores e nos campos do interior por onde passávamos. Mal imaginava eu que aquele olhar escondia o preconceito.

Ônibus parado para a subida de mais um passageiro que dividiria conosco aquele ar já saturado. Era um homem alto, pele negra, carregando uma pequena mochila. Ao solicitar licença para aquela senhora de vestido azul, eis a minha surpresa. A dona levantou-se e deixou o moço sentar no mesmo momento em que se dirigiu à outra poltrona mais a frente que acabara de ficar disponível. Esse é o retrato da discriminação.

Eu senti vergonha alheia naquele momento. Senti vergonha de ser branca. Vergonha até de ser humana e ter que fazer parte dessa corja ridícula que humilha o próximo no mesmo momento em que venera aquele que supostamente pregava o amor. Acho lamentável esta distinção negativa pelo diferente. Digo isso, lembrando que do negro para o branco acontece o mesmo. E do brasileiro com o português. E do paulista com o gaúcho. E do homem com a mulher. E do crente com o ateu. E do hetero com o homossexual. E por aí vai.

As pessoas estão mais preocupadas em criticar a “traição” do Ronaldinho do que respeitar o próximo. Preocupam-se mais com a piada do Rafinha Bastos do que com o cara ao lado mendigando por comida. A maioria ainda prefere fazer campanhas para que Lula se trate no SUS do que proliferar a simples ideia de não jogar lixo no chão. Eis a humanidade, que de humano nada tem.

É incontestável que os seres humanos são diferentes uns dos outros, mas a intolerância, a separação e o ódio não podem fazer parte do repertório diário de cada um. Respeitar as diferenças e opiniões contrárias é uma busca que não podemos abandonar.

18
out
11

É mais do que porrada

Antes de meu namorado inserir este esporte na minha vida, achava ridículo o MMA. Mas depois que você conhece o que existe por trás disso, percebe que não é bem assim. Eles não são simplesmente loucos se batendo sem parar e até sangrar. Há muita disciplina, treino, dedicação é técnica. Para estar inserido nas artes marciais é necessário muita disposição.

Dentre as artes, a que mais me atrai é o Jiu-Jitsu. Um jogo de corpo que exige muito mais estratégias e habilidade do que simplesmente força e porrada. Até arrisco alguns golpes ensinados por meu namorado. Preciso registrar que já o finalizei algumas vezes (se nem gava, deixa pro Zeca!)

E sabia que temos lutadores muito bons na região? Um exemplo é o Cristiano Lagemann da Silva, de Teutônia. Ele é policial militar lotado em Lajeado e já disputou dois campeonatos mundiais de Jiu Jitsu, em Abu Dhabi. O atleta venceu campeonato gaúcho de Muay Thai e a Copa Estrela de Jiu-Jitsu. E mais que isso: demonstra humildade, amor pela vida e pelo que faz.

Valorizando o esporte na região, cerca de 1600 pessoas foram atraídas sábado à Wopey Music Hall, em Estrela, pelo maior evento de lutas marciais do Sul do país. O Mega Fight 5.5 contou com 10 lutas de MMA, jiu-jitsu e Muay Thai. Entraram no octógono sete lutadores da região. Saíram vitoriosos, cinco deles. Provenientes de Estrela venceram as lutas Daniel Fino e Michel dos Santos, de Muay Thai e Miguel Anka, campeão mundial de Jiu-Jitsu em 2009 em Abu Dhabi. Ainda subiram ao pódio os lutadores de MMA Ismar Valter Tish e Cristiano da Silva, ambos de Teutônia. Participaram também lutadores de Montenegro, Pelotas, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Caxias do Sul e Bento Gonçalves.

Sabe o que me surpreendeu? O número de mulheres. Se aparentemente a luta atrai somente homens, este evento contou com 45% de seu público composto pelo sexo feminino. Se foram influenciadas pelos companheiros? Bem provável… Mas a mulherada curte mesmo!

Saiba mais sobre o MMA

As artes marciais mistas incluem tanto golpes de luta em pé (Muay Thai) quanto técnicas de luta no chão (Jiu-Jitsu). Em opinião popular, os termos artes marciais misturadas e vale-tudo tem o mesmo significado. Entretanto, as diferenças entre estes termos devem ser reconhecidas e ambos devem ser distinguidos do termo full contact (“contato pleno”).

As artes marciais misturadas modernas têm suas raízes em dois acontecimentos: os acontecimentos de vale-tudo no Brasil, e o shootwrestling japonês. Nesse tempo eles foram mutuamente ligados, mas foram separados.

O vale-tudo começou na terceira década do século XX, quando Carlos Gracie, um dos fundadores da arte marcial brasileira Gracie jiu-jitsu, convidou cada competidor de modalidades de luta diferentes. Isso era chamado de “Desafio do Gracie”. Mais tarde, Hélio Gracie e a família Gracie e principalmente, Rickson Gracie, mantiveram este desafio que passaram a se dar como duelos de vale-tudo sem a presença da mídia.

No Japão, década de 1980, Antonio Inoki organizou uma série de lutas de artes marciais misturadas. Eram as forças que produziram o shootwrestling e eles, mais tarde, causaram a formação de uma das primeiras organizações japonesas de artes marciais misturadas conhecida como shooto. As artes marciais misturadas obtiveram grande popularidade nos Estados Unidos em 1993, quando Rorion Gracie e outros sócios criaram o primeiro torneio de UFC.

Com o sucesso do UFC, os japoneses criaram o Free Style Japan Championship ou Open Free Style Japan em 1994 (eram os dois maiores torneios de MMA do mundo), sendo vencido todas as duas primeiras edições (1995 e 1995) por Rickson Gracie, que era um grande lutador de vale-tudo do Brasil na década de 1970 e 1980 e que agora fazia também lutas em MMA no Open Japan, enriquecendo-se com isso, lutando também nas primeiras edições do PRIDE Fighting Championships.

Ao contrário do PRIDE que reinou absoluto entre 1997-2007, O UFC passou a ficar em baixa, perdendo valor e sendo proibido em vários estados dos Estados Unidos.

Em 2001 o ex-empresário de boxe Dana White convenceu os amigos de infância Lorenzo e Frank Fertitta, donos da rede de Cassinos Station, a comprarem o UFC. Os três fundaram uma empresa chamada Zuffa e compraram o UFC por dois milhões de dólares. Após várias mudanças nas regras conseguiram legalizar o esporte em praticamente todos os estados americanos.

Em 2007 O UFC compra o Pride, levando vários atletas do Japão para os EUA e tranformando o UFC na maior organização de MMA do planeta. Hoje o UFC tem um preço estimado de mais de 1 bilhão de dólares e domina mais de 90% do mercado mundial de MMA. (Fonte: Wikipedia)

16
set
11

Apenas comece

Quando você quer uma coisa tem que ir até o fim. Se você não foi, talvez é porque não queira ou não mereça tanto assim. Eu observo as pessoas e seus sonhos, mas não vejo a ação. A não ser a chuva e acontecimentos climáticos, nada cai do céu e se você ficar parado só sonhando, muito menos.

Metas temos muitas. Ideais inúmeros. Objetivos incontáveis. O que falta para a maioria das pessoas é traçar uma estratégia e um plano de ação. O que vir no meio do caminho é conseqüência e não pode ser fator motivador da desistência. Apesar de concordar que para desistir de certas coisas é preciso muita coragem, percebo que a finalidade deve sempre ser maior. Para decidir continuar é preciso ainda mais coragem.

Talvez seja essa disposição que falte para muitas pessoas. Olhe em volta. O mundo está minado de possibilidades. Você apenas precisa saber o que quer e ir em frente. Comece agora. Não deixe para amanhã. A vida passa muito rápido e o senhor tempo não dá arrego.

12
set
11

Para sempre…

Não quero lembrar de como é difícil chegar em casa e ele não vir se esfregar em minhas pernas.

Não quero lembrar de como é difícil saber que ele nunca mais vai se aconchegar na minha cama.

Não quero lembrar de como é difícil pensar que ele nunca mais vai miar pedindo por comida.

Não quero lembrar de como foi difícil olhar pra ele e saber que foi a última vez.

.

O que eu quero é cultivar este sentimento de amor que eu tinha e sempre vou ter por ele.

O que eu quero é guardar todas as gargalhadas que ele já me proporcionou.

O que eu quero é lembrar quanto carinho esse meu felino recebeu nos quinze anos que viveu.

O que eu quero é pensar de  novo que a vida é mesmo passageira.

.

Ele, que era o mais de boa.

Ele, que era o mais compreensivo com mudanças.

Ele, que sofria de cálculo renal e problemas respiratórios.

Ele, que chegou a pesar oito quilos no ápice de sua obesidade.

Ele, que apareceu em minha vida quando eu tinha apenas oito anos.

Ele, que vai estar pra sempre na minha memória.

Vá em paz, Mimoso!

09
set
11

Sexta…

Versinhos para não se ler numa sexta-feira (do blog Desilusões Perdidas)

Tá bom, tá bom, eu já sei.

Preciso cair na real. Preciso ler mais jornal. Preciso estudar português. Preciso lembrar do inglês. Preciso ver menos TV. Preciso montar meu CV. Preciso pular já da cama. Preciso ralar por mais grana. Preciso trocar minhas pilhas. Preciso pegar alguns frilas. Preciso voltar com meu blog. Preciso manter algum hobby.

Tá bom, tá bom, eu já sei.

Preciso sair pela estrada. Preciso fazer caminhada. Preciso cortar as gorduras. Preciso comer mais verduras. Preciso baixar a glicose. Preciso tratar a lordose. Preciso ver meu analista. Preciso voltar ao dentista. Preciso vencer a fadiga. Preciso perder a barriga. Preciso hidratar o meu rim. Preciso cuidar mais de mim.

Tá bom, tá bom, eu já sei. Preciso partir para a ação. Preciso sentir mais paixão.

Mas é sexta, porra, me solta.

Segunda eu começo.

Sem falta.

 

08
set
11

Cinema do Unicshopping precisa de reparos urgente!

Para comemorar os três anos desde que beijei meu namorado pela primeira vez, fomos terça-feira ao cinema, no Unicshopping, em Lajeado. Frente às condições do local, me obrigo a manifestar meu aborrecimento. O que é aquilo? O chão sujo de restos da última sessão, com pipoca, copos e canudos usados… E as poltronas? Rasgadas, quebradas, sujas…

Até para assistir o filme fica difícil. Tentamos conferir o Assalto ao Banco Central, aquele filme brasileiro inpirado no roubo dos R$ 164,7 milhões do Banco Central, em Fortaleza, no Ceará. Os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando três toneladas de dinheiro. Foi o segundo maior assalto a banco do mundo. O filme retrata essa história com pouca emoção. Achei bem fraquinho, com tom de novela. Mas voltando ao cinema, acredita que a exibição estava acelerada? Sim! As vozes dos atores estavam alteradas e o filme passou num piscar de olhos. LAMENTÁVEL!!!!

A única opção de cinema no Vale do Taquari é um desastre! Acho que em respeito aos clientes e freqüentadores do Unicschopping algo precisa ser feito. Urgente!

04
set
11

Quem garante?

“Quem garante que o que você é

É o que o outro espera de você?

Distante, o que você me diz

Do que eu sinto não sei porquê

Quem garante que seguindo adiante eu posso enfim viver?

Sem me contornar

Sem entristecer

Sem ter que mudar

Sem ter que entender

Não dá, eu vou ter que sair pra poder voltar.

Viver e me achar no seu olhar

Pra entender o que é o gostar.

Viver, me achar no seu olhar

Pra entender o que é o gostar.”

Tiê

24
ago
11

Não podemos nos omitir

Já ouvi inúmeras vezes que jornalistas/repórteres acham que vão mudar o mundo. Na verdade, nós queremos. Contudo, por sabermos que não é possível, tentamos pelo menos fazer a nossa parte. Eu tento, mesmo que isso não seja muito fácil.

A relação com a imprensa é de amor e ódio. Isso é fato. E o principal motivo é que a verdade dói (quando for negativa, claro). Muitas pessoas, empresas, entidades e gestores nos querem ao seu lado somente para falarmos de coisas boas. Obviamente, ninguém quer repercussão do que está errado. Mas não podemos nos omitir.

Veículos de comunicação têm um papel importante como prestador de serviço público. Notícia é tudo aquilo que é de interesse das pessoas. Ou você acha que o depósito irregular de lixo em local destinado a receber resíduo verde não interessa? As pessoas precisam saber o que acontece e intimidações e conversinhas não vão inibir nossa atuação. Pelo menos não a minha.

Essa semana tive que escutar que não disseram o que disseram ou que não era bem assim. Se você falou, admita. Se deu repercussão é por que interessa. Cancelamento de contrato com entidades não é crime e pode servir para abrir os olhos se não está a contento. Nesses casos é preciso saber usar o fato a seu favor.

O jornal impresso, a rádio no ar, o telejornal em andamento…. não expressam tudo o que está por trás. É uma rotina cansativa e trabalhosa. Então, não generalize e não diga que a imprensa só quer polemizar. A maioria de nós, inclusive eu, acredita no que faz com seriedade.

17
ago
11

Tem dias…

Achei muito bacana esse texto do blog Desilusões Perdidas

“Tem dia que o lead não sai. A fonte me trai. O texto não vai.

Tem dia que a pauta emperra. O chefe só berra. O prazo me ferra.

Tem dia que assessor é um mala. Entrevistado não fala. Que o papo não embala.

Tem dia que plantão não tem fim. O humor é ruim. O almoço, chinfrim.

Tem dia que redação é um hospício. Pescoção, um suplício. Que o café é meu vício.

Tem dia que apurar é um apuro. Que eu me sinto inseguro. Que eu levo um furo.

Tem dia que fechamento é um drama. Que a gente reclama. A gastrite me chama.

Mas tem dia da grande matéria. Que a vida é pilhéria. Que esqueço a miséria.”

12
ago
11

Bate-papo com Duca Leindecker

Com a barba por fazer, cara de quem havia acordado há pouco tempo, uma camiseta do The Who, um jeans e um casaco… Assim estava o Duca Leindecker no momento da entrevista que me concedeu ontem à tarde. O músico esteve pela região nesta semana, como patrono da 6ª Feira do Livro de Lajeado. Feira esta, que na minha opinião, deixa a desejar. Apenas duas livrarias, livros dispostos de maneira nada prática e opção de lanches quase nula. Além disso, a divulgação não é suficiente. Mas não é sobre isso que quero falar. O assunto hoje é Duca Leindecker.

Ele foi muito simpático ao me receber no hotel em que está hospedado. Brincando com meu sobrenome, sentou ao meu lado e respondeu aos meus questionamentos, inclusive quanto ao preço dos livros. Segundo ele, fala-se muito que CD é caro. Contudo, ele lembrou que o custo de produção de um álbum é infinitamente maior do que de um livro. “O livro como produto é caro, sim. Claro que em feiras o valor geralmente é menor, mas de maneira geral não é acessível a toda a população”, falou. Duca Leindecker comentou sobre o alto valor cobrado por livros eletrônicos e disse-me que o ideal seria que não tivessem custo nenhum.

Coincidentemente ou não, na quarta-feira encontrei, na Subway em Lajeado, um dos livros dele. A Unimed havia distribuido em toda a cidade diversos exemplares de A Favor do Vento. Eu fui uma das felizardas!

Sobre compor e escrever histórias, Duca Leindecker acredita que não há muita diferença. Diz ele que faz de suas músicas pequenas histórias.

A voz desse cantor adentrou a minha vida quando eu tinha 14 anos. Cidadão Quem foi a trilha sonora de uma fase muito especial. Até hoje quando escuto Pinhal, Carona e À La Recherche II parece que retorno àquele tempo tão bacana. Que bom que minha profissão me permitiu conhecer Duca Leindecker.

01
ago
11

O cesticismo é que conforta

A vida é um ciclo. E não se pode negar nem fugir disso. Você até pode lamentar, chorar, não acreditar, mas um dia ela acaba e é preciso estar preparado.

Além de se preparar é preciso mais. Viver nada mais é do que valorizar cada momento, cada gesto, cada lugar e cada pessoa. Nós nunca sabemos quanto tempo ainda teremos, ou quanto tempo os que amamos terão. Por isso que é preciso estar preparado.

Tratar as pessoas bem enquanto estão vivas é o que vai te salvar do arrependimento depois. Chorar depois que o leite derramou não vai fazê-lo voltar à xícara. Porque ninguém é imortal e é preciso estar preparado.

Sempre dizem que é preciso acreditar em Deus, principalmente nas horas de perdas. Há quem diga que se apegando em alguma coisa é mais fácil. Mas percebo que o ceticismo é que prepara as pessoas para as situações mais brutais. Pensar na vida como algo finito conforta mais do que crer na reencarnação. Quando morrer, você não vai voltar aos seus. Sendo, assim, é preciso estar preparado.

A sua vida continua… Mesmo que doa, mesmo que você chore, mesmo que você lamente, mesmo que você não acredite…

28
jul
11

Aqueles amigos…

Quisera eu ter mais tempo para repetir com mais freqüência a noite de ontem. Caminhar pelo bairro, tomar uma ceva, conversar e dar ótimas risadas. Nem me lembro quando foi a última vez que consegui sair com aquela que já chamei de única flor do meu jardim. Mas sempre que nos encontramos, parece que o tempo longe não passou. Encontrar a Cine é sempre muito bom.

E assim é todas as vezes que janto com a outra flor. Aquela que é mais que irmã. Aquela que sempre me falou as verdades, por mais que doesse. Aquela que está sempre ali. Sempre disponível. Eu invejaria uma amizade como a nossa, entre duas irmãs, se não a tivesse.

E tem também aqueles amigos que me guiam desde que nasci. O colo de mãe é algo inestimável, assim como o colo do pai, sempre disposto… qualquer que seja o motivo da alegria ou do choro.

E tem aquele meu amigo, com quem divido diariamente os acontecimentos rotineiros. Os aborrecimentos, as compensações, as felicidades, fatos engraçados e cada passo do meu dia. É aquele amigo com quem divido o leito e as mais secretas intimidades.

E tantos outros… primos, amigos do namorado que viraram meus, colegas de trabalho, irmão, tanta gente… Pessoas que me fazem perceber que aqueles que não fazem mais parte do meu convívio não são substituíveis. Porque cada pessoas que passa em minha vida, tem o seu lugar no tempo e na história.

“Em tempos em que quase ninguém se olha nos olhos, em que a maioria das pessoas pouco se interessa pelo que não lhe diz respeito, só mesmo agradecendo àqueles que percebem nossas descrenças, indecisões, suspeitas, tudo o que nos paralisa, e gastam um pouco da sua energia conosco, insistindo.” (Martha Medeiros)

 

13
jul
11

Indiferença?

O contrário do Amor

(Martha Medeiros)

 

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

 

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

 

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

 

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

 

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

08
jul
11

A lei do mais forte?

É a lei da selva: o mais forte vence o mais fraco. E nessa selva em que estamos inseridos a lei se manifesta no trÂnsito, na política, no local de trabalho, nas instituições. O “ser mais forte”, por vezes, se confunde com o “se achar mais forte, mais esperto”.

Diariamente utilizo a RST-453, conhecida como Rota do Sol, e fico estarrecida com o que vejo. Ultrapassagens perigosas, altas velocidades, pressa, pressa, pressa. E os espertinhos, que se consideram capazes de qualquer coisa, colocam em risco a vida daqueles que conduzem seus veículos conscientemente.

Será que já colocaram no papel? Num trecho de 30 km, entre Teutônia e Lajeado, por exemplo, andar 20km/h mais rápido não difere em praticamente nada. Andando a 80km/h, que é o limite estabelecido na estrada, a distÂncia é percorrida em 22 minutos. Percorrendo o mesmo trecho a 100km/h você leva 18 minutos. Vale a pena arriscar sua vida e a de pessoas inocentes para chegar 4 minutos antes ao destino? Nesse caso, pelo menos pra mim, o tal mais forte é o mais burro.

30
mai
11

Livre escolha…

“Aprendi que o amor é feito de liberdade.

É como ter, todos os dias, muitas outras opções.

E ainda assim fazer a mesma livre escolha.”

16
mai
11

Só xis salada

É impressionante a audácia dos comércios destinados à alimentação de Teutônia. Não é a primeira vez que relato alguma barbaridade que acontece na minha cidade. E dessa vez foi o cúmulo.

Não gosto de falar esse tipo de coisa publicamente, mas hoje preciso falar. Depois de dar boas risadas assistindo ao espetáculo Primeiro as Damas, resolvemos procurar algum lugar para jantar. Junto a um Posto está instalado uma lancheria. E lá estávamos nós e outros espectadores do teatro a espera de atendimento.

Com toda a má vontade do mundo a dona se dirigiu à nossa mesa e disse:

- A gente já estava fechando. Só vamos atender ainda porque chegou aquele grupo grande de rapazes. Como já guardamos tudo, a gente só está fazendo xis salada.

Sério… Eu não acreditei quando ouvi aquilo. Comecei a rir. Porque é isso que a gente faz quando contam uma piada. Eu não consigo entender esse pensamento, essa cultura, esse descompromisso com o próprio negócio. Deveria me negar a comparecer no ressinto novamente. Não merecem 1 centavo do meu rico dinheirinho. Na verdade, deveríamos nos abster de frequentar qualquer local como este. E o pior de tudo, é que em Teutônia não há opção.

.

O assunto é outro, mas preciso registrar mais uma coisinha. No teatro, a presença de meu antigo patrão. Ele olhou no fundo dos meu olhos, eu proferi “oi” e ele continuou olhando, virou o rosto e não disse nada. Tá, né? No coments!

13
mai
11

O limbo

Rabicó e guarda-chuva. Taí duas coisas que nunca tenho. Minha teoria é de que existe um limbo dos rabicós. Cansados de serem esticados, enrolados, apertados e até jogados, eles se refugiam. E os guarda-chuvas estão se organizando do mesmo jeito. Depois de que os cachorros vão dominar o mundo, talvez essa foi a coisa mais sem noção que já pensei. Só que não tem outra explicação. Já devo ter comprado um bilhão de guarda-chuvas e um zilhão de rabicós. E nunca tenho.

Faz um mês que comprei dois guarda-chuvas de uma vez. Um deles estragou em função do vento forte. E o segundo… Olha, me dá até raiva. Deixei-o no vestiário enquanto fazia academia. Ao retornar, cadê?

Acho lamentável… Não consigo entender como existem pessoas que conseguem se apoderar do que não lhes pertence? Tudo bem que chovia naquela hora e a pessoa talvez não tivesse como se proteger dos pingos, mas e eu? Como fico? Por sorte não estava chovendo quando saí.

Mas voltando ao assunto do limbo… Melhor deixar assim as minhas teorias…

02
mai
11

Tudo certo de novo!

“Quando der tudo errado… Nós vamos fazer tudo dar certo de novo!!!”

Achei essa frase escrita em um papel no meio de minhas coisas. Não sei quando foi que escrevi, nem em que momento da minha vida sentimental ela apareceu. Só sei que ela reflete perfeitamente a maneira com que eu tenho encarado a minha vida.

Não sou um exemplo a ser seguido. É cada vez menos frequente, mas ainda me descontrolo e deixo as emoções influenciarem a minhas atitudes e posturas. Porém, ostento uma das minhas qualidades: a vontade de mudar. E mais: minha crença na mudança.

Quando tudo der errado, quando as coisas não funcionarem mais e quando ninguém mais acreditar… eu sempre acho uma pontinha de positividade. E é isso. É como a fé em Deus, é como a fé na benzedura, é como a fé no novo. Fazer com que as coisas fiquem bem é só uma questão de querer. E eu sempre quero! E sempre acredito! E sempre acaba dando certo! Mesmo que esse certo pareça inicialmente o mais errado…

26
abr
11

Falta ou sobra?

Faltam palavras

falta a coragem

falta até um pouco de verdade…

.

Sobram os medos,

sobram segredos,

sobra aquela vontade!

23
abr
11

Metade

“Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca

Porque metade de mim é o que eu grito mas a outra metade é silêncio.

.

Que a música que ouço ao longe seja linda ainda que triste

Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada mesmo que distante

Porque metade de mim é partida mas a outra metade é saudade.

.

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor

Apenas respeitadas, como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos

Porque metade de mim é o que ouço mas a outra metade é o que calo.

.

Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço

Que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada

Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância

Por que metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei.

.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito

E que o teu silêncio me fale cada vez mais

Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.

.

Que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela não saiba

E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer

Porque metade de mim é platéia e a outra metade é canção.

.

E que a minha loucura seja perdoada

Porque metade de mim é amor

E a outra metade também.”

[Oswaldo Montenegro]

18
abr
11

Ser repórter é…

Como já sabem, meu mundo é o jornalismo. Cada vez mais apaixonada, cada vez mais convicta e cada vez mais certa da profissão que escolhi. O mágico de ser repórter é poder vivenciar inúmeras situações e fazer parte da história, não apenas como espectador. Tenho a oportunidade de presenciar acontecimentos, pesquisar e levar a informação às pessoas. E para você entender um pouco desse mundo, compartilho trechos de um texto do jornalista Boanerges Lopes.

“Ser repórter é…

Saber que a reportagem como atividade não existiu ou foi irrelevante em 200 dos 400 anos da história da Imprensa;

Como diz o Zuenir: “Que os outros não me queiram mal, ou não me atirem pedras, mas se todos desaparecessem e só ficasse o repórter, o jornalismo continuaria vivo”;

Se desculpar ao Vinícius, aos editores e redatores, junto com o Clóvis Rossi, mas não deixar de dizer que repórter é fundamental: Certamente a única função pela qual vale a pena ser jornalista;

Poder testemunhar a história de todos os tempos e de cada tempo em si;

Algo paradoxal, pois é ao mesmo tempo a mais fácil e a mais difícil maneira de viver a vida;

Muito mais transpiração do que inspiração;

Entender que suas funções variam diante das situações históricas, econômicas, sociais e políticas;

Compreender que a reportagem é sempre uma ação transitiva e que como sujeito é preciso ao profissional manter contato imediato com todos os sentidos: o olhar, paladar, olfato, tato e a audição de quem não pode ver, gostar, cheirar, tocar e ouvir o acontecimento;

Não ser “recórter”, que segundo Licínio Neto é aquele sujeito pouco criativo que imita estilos de outros;

Ter persistência, curiosidade, tenacidade e interesse pelo que faz – e uma baita aptidão para se envolver com pessoas de todos os níveis e fatos os mais diversos possíveis – de crimes hediondos aos buracos de ruas;

Saber que perguntar não é uma tarefa fácil. E que se a pergunta não for bem formulada pode ofender;

Ser capaz de organizar dados num tempo reduzido e apresentá-los para que o maior número de pessoas possa entendê-los;

Posicionar-se contrariamente aos macaquinhos chineses: ver, ouvir e contar – com enorme competência;

Segundo Audálio Dantas: “Ter uma certa dose de megalomania, na medida suficiente para acreditar na sua capacidade de mudar o mundo”;

Segundo Clóvis Rossi: “Batalhar pela conquista das mentes e corações de seus alvos, leitores, telespectadores ou ouvintes para a causa da justiça social, ingrediente que jamais pode ser dissociado da democracia”;

Apurar e redigir com correção, veracidade, exatidão e credibilidade;

Observar o conselho de Heródoto Barbeiro: “Ser criterioso com as matérias técnicas, pois o excesso de dados pode confundir o ouvinte ou telespectador que não vai ter chance de ouvir a reportagem novamente”;

Não tratar com humor e humilhação o sofrimento das pessoas;

Não julgar os entrevistados nem querer mudar comportamentos;

Batalhar sempre pela verdade, embora muitas vezes não se saiba o que ela é nem onde está;

Participar, se organizar, reivindicar. Bradar sempre: Repórteres, Uni-vos!”

11
abr
11

Seu bem

O dia cai e parece que tudo com ele vai

Nada em seu lugar e a confusão me distrai

A noite vem e com ela a sensação

De que as preocupações não passam de ilusão

.

Você aí

Eu aqui

Você ri

E eu aqui

.

O dia cai e a saudade é quem bate

Sinto falta até do que nem foi de verdade

A noite vem e o amor é que mantém

Minha vontade de ser pra sempre o seu bem

04
abr
11

Gentilezas…

As pessoas não estão acostumadas com gentilezas.

Aprendi com meus pais a sempre dizer obrigado. Contudo, soa estranho para alguns. Na semana passada, por exemplo, solicitei uma simples informação a uma pessoa. Depois de recebida, disse:

- Obrigada!

 

A pessoa me olhou com estranheza e indagou:

- Obrigada por que? Só por isso?

- Bom, nunca é demais ser educado, né?

 

Com audácia recebi de volta:

- Ah, sim. Tu agradeceu porque um dia pode precisar de novo.

 

É lamentável… mas as pessoas não estão acostumadas com gentilezas.

28
mar
11

Cartas de Alice

Divido com vocês as palavras de Alice:

Se quer saber, tô entregando os pontos. Nesse jogo do amor, prefiro fazer parte do banco. Nem perdedora, nem vitoriosa. Cansei! Nesse teatro de sentimentos, prefiro me tornar a figurante. Nem mocinho, nem vilã. Basta!

O querer nunca será comum. Entre nós um vão de diferentes anseios. E já fiz tudo o que podia. Minha criatividade se esgotou. Minha boa vontade também.

Mãos cansadas, pés descalços, roupa suja. Não posso mais carregar isso sozinha. Se quiser, meu amor, vai. E feche a porta. E não volte. E não prometa. E não chore. Não vou mais te segurar.

Meus perdões não foram o bastante. Então, entrego os pontos. Perspectivas e expectativas? Você me fez perder. Depois de um bom emprego, você foi o que mais quis. E se depois de todo esse tempo ainda resta dúvida em relação a ficar comigo de uma vez, o que posso fazer?

Seguir minha vida, fazer minhas coisas. Estudar, trabalhar e tentar ser feliz, esperando que você o tempo mude.

Não… essa não é uma carta de despedida. São só palavras de uma mulher que entregou os pontos. Faça deles o que quiser.

Não deixei de te amar. Não deixei de te querer. Só deixei de acreditar. Entrego os pontos, mas a porta está aberta. Se fechar com você dentro, ótimo! Se você ficar de fora, é porque nunca mereceu.

Entrego os pontos. Faça deles o que quiser.

23
mar
11

Rádio Independente – 60 anos no ar!

Estou no Grupo Independente há menos de três meses. E nesse pouco tempo já posso me sentir orgulhosa por fazer parte de um veículo de comunicação sério como é a Rádio Independente. Tratando as notícias com veracidade e os ouvintes com respeito, mostramos porque somos a AM mais ouvida do Vale.

Este ano, em abril, comemoramos 60 anos de fundação. Uma programação está prevista para comemorar estes anos de glória. Se quiser saber mais acesse o blog comemorativo.

21
mar
11

Eu respeito, tu respeitas, ele respeita. Será?

O que você busca em suas relações?

Cheguei a conclusão que o que mais prezo é o respeito. Isso é tudo. Respeite meu espaço. Respeite minhas opiniões. Respeite minha privacidade. Respeite meu tempo. Respeite meu direito.  Respeite meu não querer. Respeite minha vontade. Respeite-me, namorado. Respeite minhas decisões. Respeite meu trabalho. Respeite meu silêncio.

Sim, quero respeito. Mas até que ponto o respeito que almejo do outro é recebido por ele? Cada vez mais carentes de amor, nos encontramos imersos em nossa própria arrogância esperando a atitude alheia ou a mudança dela.

Um exemplo básico. A natureza destrói sua casa com as cheias. Você respeitou o limite dela, quando instalou-se num local inapropriado?

Mais um. Você viu no histórico de sua namorada que ela falou com outros caras na internet. Você respeitou sua privacidade quando acessou seus arquivos?

Um último. A banda do namorado da vizinha ensaia na casa dela e aquele barulho inc0moda. Você a respeitou quando saía de casa cedo para trabalhar e fazia ruídos estrondoso com seu carro, ou quando conversava em alto volume com a outra vizinha, ao pé da janela pela manhã?

Apontar, reclamar, xingar e brigar é fácil. Muito fácil. Da exigência até a incoerência, o pulo é muito rápido. Difícil e demorado é olhar pra si e perceber que o seu limite termina quando começa o do outro.

Invadir devagar, sim. Mas com consentimento!

14
mar
11

Tempo bom…

Dias bons

Sonhos bons

Climas bons

Momentos bons

Pensamentos bons

Resultados bons

10
mar
11

Naked Therapy

Existem diversas formas de procurar auxílio psicológico. E aceito cada uma, se for realmente positivo para a pessoa. Porém, um tipo de terapia praticada nos Estados Unidos me soa como “sem-vergonhice”. Li no site Espaço Vital que uma pisicoterapeuta americana diz ter encontrado a solução para que seus pacientes fiquem mais a vontade e se abram com mais facilidade nas consultas: ela tira a roupa e pratica o que batizou como “naked therapy” (terapia nua). Trata-se da safadinha de Sarah White. Ela atua em New York e sua clientela é essencialmente masculina.

Geralmente ela inicia o tratamento vestindo apenas roupas íntimas. Com a evolução do tratamento ela pode chegar a ficar completamente despida. Segundo o site de Sarah, a terapia usa “uma variedade de meios para ajudar os pacientes a acessar suas pulsões inconscientes e internas, tais como análise de sonhos, a livre associação ou iniciativa cognitivas de reprogramação”. Neste caso, é empregado a nudez e os elementos relacionados com excitação, beleza e desejo. O mesmo site propaga que o modo como ela atua “permite a sexualidade abordada como uma forma positiva e assegurada, e por meio desta expressão positiva e afirmativa da nossa sexualidade, podemos perder a vergonha e a confusão que muitas vezes envolvem o sexo.”

A psicoterapeuta cobra US$ 150 pela primeira sessão, feita via Internet. Depois de estabelecer um contato inicial com o paciente, passa a recebê-lo pessoalmente em seu consultório, com hora marcada, por US$ 450.

Aqui na redação, os meninos não conseguiram esconder o interesse. Mas sei lá, pra mim isso aí tem outro nome…




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